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sábado, 19 de março de 2011

Santander, a saga

Há um mês eu contei o que aconteceu comigo no banco. Tão lembrados? Cancelaram conta, não mandaram cartão, blábláblá. E quando o cartão finalmente chegou, achei que os problemas acabariam.
Qua qua! Nunca estive tão enganada na vida. O saldo não foi transferido, nem a conta nova informada na empresa, então meu pagamento entrou onde? Na conta cancelada. Isso na véspera do carnaval. Lá fui eu, na agência, resolver isso. Como na vez anterior acabei prejudicada no trabalho por conta da demora no atendimento, dessa vez fui curta e grossa: passados 30 minutos que estava na agência, abordei - com minha melhor cara de poucos amigos, embora sempre educada - um gerente desavisado que passava e perguntei a quem devia me reportar para reivindicar meu direito de atendimento em 15 minutos, como determina a lei de Niterói. Rapidinho ele me atendeu. Dae que nesse atendimento, eu disse a ele que não queria manter a conta corrente, que queria migrar pra poupança ou salário, porque a cesta de serviços da corrente é muito cara, o limite de saque é baixo e eu pagaria mais de R$ 2 por saque excedente. Cara, eu trabalho e moro em área de risco. Tu acha mesmo que vou andar com dinheiro pra lá e pra cá??? Pego quando preciso, e nunca pego muito. Como assim 5 saques por mês e R$ 2 a cada vez que precisar? E o gerente me garantiu que não precisava me preocupar porque enquanto a conta for vinculada a FME (meu empregador), não teria cobrança de tarifa de serviços. Ok, então. E lá fui eu curtir o carnaval feliz.
Quando voltei, no entanto, me deparo com uma grande ausência de dinheiro na conta. E não, não gastei durante a folia, porque me aboletei num sítio e não saí de lá para nada. Quando fui ver, o banco me cobrou UM ANO de cesta de serviço. O ano de 2010. O pequeno detalhe é que sou cliente do Santander desde fevereiro de 2011. E vai a pessoa até Niterói só pra resolver isso. Duas horas e meia de espera para a gerente me dizer que a reclamação não procede, porque quando entrei na FME assinei um termo de autorização de abertura de conta. Sim, assinei sim. De abertura de conta no REAL. O raio da conta foi aberta na época e nunca me deu problema, até o banco ser vendido e eu passar a viver um inferno na relação com o banco novo, que não tem organização e estrutura para atender ao cliente. De todo jeito, seria aberto um dossiê da conta para averiguar e me dariam retorno em 2 dias úteis. Bom, isso foi dia 10/03 e ainda espero retorno do banco.
Quando pensei que não teria mais como me aborrecer com o banco, eis que me surpreendo com meu cartão recusado no restaurante. Tentamos nas 3 máquinas disponíveis no lugar e nada... Minha amiga começou a rir e pagou a conta das duas. Sorte que eu estava com ela. Saí de lá e fui no caixa eletrônico pegar dinheiro pra pagar a ela. E............. minha conta estava ZERADA. Cara, juro, quase caí de susto. Zerada, mermão!!! O banco simplesmente catou meu dinheiro por uma "antecipação de crédito". Maluco, se a poha da conta é nova, se o único dinheiro que entrou foi o depósito que fiz antes do carnaval, como assim eles me cobram uma antecipação de crédito??? Quando que me anteciparam alguma coisa?
Pra completar, fui na FME pra alterar o número da conta de depósito pro pagamento e fui informada que ainda não dá pra cadastrar conta do Santander, porque eles não foram lá migrar o sistema, e que ficarei recebendo o salário na boca do caixa. Meu, nego tá de onda com a minha cara. Então todo início de mês tenho que perder meu horário de almoço pra me deslocar até o maldito banco, esperar infinitamente na fila para ser atendida? E nem posso mudar pra outro banco? Tenho MESMO que continuar nessa peregrinação sem fim pra ter acesso ao que é meu?
Olha, eu tô muito louca da vida com esse banco maldito. Juro que já tive vontade de quebrar a agência inteira, de tanta raiva. E as contas pra pagar? E o passeio que eu faria hoje? E o restante do mês?? Vou mesmo ser obrigada a passar os próximos 10 dias sem um real??????? Juro, não tenho um real na carteira, porque meu dinheiro fica todo no banco. Tô com ódio. Espumando pela boca. Virada no saci e tomada na fúria do Jiraya.
Mas decidi que não vou mais discutir com gerente nenhum, porque os coitados estão completamente perdidos, sem ter informação consistente pra me oferecer.
A partir de agora vou exigir meu dinheiro pela justiça. E passar a guardar o dinheiro embaixo do colchão.


PS: Depois que comecei a reclamar aqui no blog e no face sobre esses fatos, tenho ouvido relatos de vários conhecidos acerca de problemas com a referida insituição bancária. Então ficadica pra quem tem conta lá: dê uma espiada no seu extrato. Pode ser que vc também esteja sendo lesado e nem tenha se dado conta.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Dúvidas que assolam a humanidade III

Alguém me explica por que raios um homem casado - marido da sua amiga - resolve te dizer que morre de tesão por você???
Será que ele acha que, dizendo isso, vc vai resolver dar pra ele?

Céus...

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Cafetinada

ODEIO ser cafetinada. Odeio com todas as minhas forças. Mesmo quando era uma adolescente insuportavelmente tímida, odiava isso. Porque, né, um homem que valha a pena tem que ter coragem suficiente pra se arriscar. E se você não conhece o cara pessoalmente, se viu a foto no mural da amiga, ou o que seja, dá seu jeito e corre atras, se for o caso.
E sempre foi assim que fiz.

Mas então, um amigo que esqueceu como sou com esses assuntos, resolveu me cafetinar pra um cara. O sujeito viu minha foto no orkut do amigo e se apaixonou.
Por favor, me expliquem: como alguém se apaixona por uma foto? Ainda não consegui entender essa parte. Só eu que acho isso doentio? Ainda mais para um homem de 40 anos?

E não adiantou dizer que não estou exatamente a toa na vida.. O cara não vai desistir enquanto não me estressar profundamente. E, do jeito que as coisas andam na minha vida ultimamente, não vai precisar de muito pra conseguir este feito.

sexta-feira, 13 de março de 2009

O dia em que chorei por causa da chuva

Nunca imaginei que choraria com medo de uma chuva. Mas hoje aconteceu.
Quando saí do salão, com as unhas devidamente vermelhas, a rua estava cheia. E eu estava de havaianas. Pra quem não sabe, tenho verdadeiro PAVOR de molhar o pé em água de rua. Não é só nojinho, é pavor mesmo. Me dá arrepios! Mas eu precisava sair e ir pra casa andando - porque não valeria a pena pegar ônibus naquele engarrafamento duzinfernu - naquela água suja.
Saí e encarei a chuva. E, pra evitar água até o joelho, fui pela beira mar. Pra que, meu Deus?! Um assombro a quantidade de raio que caiu no mar. Cada um mais zangado que o outro. E eu comecei a sentir medo, muito medo.
Foi quando as baratas apareceram. E meu chinelo ficou perdido na água. E, pra atravessar, eu teria que subir na mureta cheia de lama, e quase escorreguei. E os carros que não se importam com quem está na calçada, tentando se molhar só o necessário, jogam água até na nossa alma.
E depois de uma semana bizarra e de uma sexta-feira pior ainda, não aguentei e chorei. Eu só pedia a Deus que me fizesse chegar em casa inteira, sem que nenhum raio caísse na minha cabecinha ruiva, e que nenhum carro perdesse o controle quando eu estivesse passando.

E agora que cheguei, vou tomar um banho com água sanitária e sabão em pó pra limpar a sujeira que ficou no meu corpo.

domingo, 2 de novembro de 2008

Depois de ficar 3 horas a mais que o necessário pra fazer o trajeto Juiz de Fora-Rio de Janeiro, só posso dizer que burrice deveria doer. E muito!!

Quando estiver menos cansada, conto detalhes da viagem, que quase acabou em delegacia.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

GhostBusters

Como assim todos os fantasmas da minha vida resolveram assombrar na mesma semana?? Alguém chama o serviço de caça-fantasmas, por favor!!

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Se eu pudesse, eu matava mil!!!

Eu tenho pavor de semana de festa no trabalho.
Eu detesto a véspera da festa.
Eu odeio o dia da festa. Muito. Com todas as minhas forças. Do fundo da minha alma!!!! Em dia de festa, se pudesse, eu matava mil!!!!!!!!!!!
Confesso que dá maior raiva fazer as coisas praquelas mães, que são todas umas vacas - e nem são vaquinhas legais como as do Curral. Tá... Nem todas são vaquinhas. Algumas são legais e cuidam dos filhos, dão carinho, acompanham a vida escolar da onça.. Mas a maioria acha que a escola é depósito de criança, que a professora que tem que educar, que educação infantil é pra comer, dormir e brincar. E só. ÓDIO!! Dá mesmo muita raiva eu ser obrigada a fazer festa pra esse tipo de mãe.
Sim, porque pras minhas onças eu faço tudo. Amo infinito, como diz o Vi. E por elas eu danço tango no teto, limpo os trilhos do metrô, agüento Didi, faço docinho, queimo a mão com cola quente, trabalho com cólica, sou assaltada..... Qualquer negócio. Mas pelas mães?? NÃO! Raiva, raiva, raiva.
E pra completar, em semana de festa na escola todo mundo surta, o trabalho para, eu fico com mais dor de estômago, trago trabalho pra casa, fico noites sem dormir, chego cedo no trabalho a semana toda, meu armário fica uma bagunça, não dá tempo de sair pra ver ninguém (leia-se amigos que adoro ou o C.T.) , as coisas somem, a Didi implica mais que o normal.. É sinistro.

O lado bom disso tudo são as fotos e a alegria das crianças, que adoram cada uma dessas coisas bizarras que eu tanto odeio. Ai ai.... o que eu não faço por eles....
E logo isso passa. Pra ser mais exata, amanhã, após 12h. Então eu voltarei a ser uma pessoa fofa e feliz.
Mas por enquanto, sou uma professora suja de brigadeiro e muito, muito irritada.

Agora deixa eu voltar pra cozinha pra terminar de fazer esses doces.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

A saga de quatro cariocas em São Paulo - A noite mais longa da minha vida

Pouco antes de anoitecer, resolvemos jantar num lugarzinho fofo, ao lado do camping.

"Especialidade da casa: traíra sem espinha"

UHU!!!!! Tô doida pra comer peixe.. vou me acabar!

Entramos no recinto e fomos recebidos por um rottweiler alucinado, correndo em nossa direção. Pensei como o Marlin (o pai do Nemo), fechei os olhos e repeti "morri, morri, vou morrer, virei comida". Mas o dono do cão gritou antes e ele parou. Ficou só nos cheirando.

Sentamos (com o coração na mão) e pedimos.
Comida feita em fogão a lenha... um cheiro ótimo e um sabor melhor ainda. Aliás, importante dizer: a única coisa positiva da viagem foram os restaurantes que nós comemos.... só comida da boa!
Mas então.. mal começamos a comer e o temporal caiu. Temporal MESMO. E antes que meu cunhado pudesse terminar a frase "não pode ficar pior", a luz acabou.
Esperamos a chuva passar e corremos pro camping. Chuva, lama, sapos, gritos cheios de raiva, riso nervoso e uma cobra no meio do caminho.
Ai ai.... o que mais falta acontecer?

Definitivamente, eu não devia ter perguntado isso....
Quando, enfim, chegamos na barraca, o vento tinha levantado o toldo e a barraca estava inundada. Além de ter ficado mais capenga.
Molhou colchonete, mala, lençol... Ainda bem que o edredon e o casaco ficaram secos.

E lá fomos nós tentar dormir.
O detalhe é que eu sou asmática. E aquela barraca gelada, caindo e pingando em mim foi me dando uma sensação de falta de ar horrível. Tive que dormir no chão, toda encolhida, numa posição só, a noite toda. Dormia, acordava, olhava o relógio e só tinha passado uma hora. Dormia, acordava e só mais uma hora.... Confesso que quase chorei. E nada daquela noite de terror acabar. Até com a diretora eu sonhei!!
Pesadelo dos pesadelos..........

Mas enfim o sol raiou e aquela noite de filme de terror teve fim.
Só a noite... porque a nossa saga ainda ia continuar.

A saga de quatro cariocas em São Paulo - A Barraca

Depois de escolhido o melhor lugar pra ficarem as duas barracas perto, vamos arrumar tudo.
E qual não é nossa surpresa ao notarmos que a barraca da amiga Vivi estava trocada!? Ela havia emprestado pra uma criatura desprovida de neurônio e o ser, na hora de guardar, trocou as varetas de uma barraca de 3 lugares com as de uma pra 2 lugares. Ou seja: nossa barraca virou barraco, porque ficou capenga. E eu fiquei p**a da vida.
Mas, como eu sempre digo, se não é a morte, então tem solução. Arrumamos daqui, arrumamos dali e pronto. Ficou em pé (com boa vontade a gente consegue armar a barraca, né?! :p)
Estendemos o toldo sobre as barracas (sei lá... vai que chove.) e fomos curtir o restante do dia.


Ah, você deve estar se perguntando: e o carro?
O carro estava com o mecânico, que ligou avisando que a peça do rolamento da correia que carrega a bateria tinha quebrado e que ele não tinha outra pra colocar no lugar. Teria que esperar até segunda, quando TALVEZ o comércio abra, pra procurar. Uhm..... tá bom....

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

A saga de quatro cariocas em São Paulo - Chegando ao camping

Quase cinco horas depois, chegamos ao camping - que é um lugar no meio de um vale, longe de tudo, perto de nada, um pouco antes de onde o vento faz a curva e onde Judas perdeu a cueca. Quase um lugar mal assombrado.
E foi só entrar no lugar para o carro quebrar.

- Vê ae o que aconteceu.
- Xiiiii.... o pneu rasgou.
- M***a [esse blog é de uma professora, então a gente evita ensinar baixaria :D]
- Ah, não é o pneu não.. parece uma correia.

Nisso vem um paulista, que já estava no camping, tentar ajudar.

(aquele sotaque carregado típico de paulista do interior)
- O carro quebrou?
- (não. eu parei aqui no meio do caminho porque me acho o rei-da-cocada-preta e quero o espaço só pra mim) É... parece que sim.
- O que aconteceu?
- (olha, minha bola de cristal caiu no chão e quebrou, então fica difícil descobrir sem ao menos sair do carro) Boa pergunta.... preciso ver.

Aparece, então, a figura italiana do dono do camping. Um sujeito muito simpático, com muita boa vontade, mas com aquele jeito tão sutil quanto de um elefante laranja voando.

- Vamos ligar pro mecânico. Ele vai saber o que fazer.

Enfim uma frase cheia de eficiência.
E foi o que fizemos.
Como ficaríamos sem o carro aquele dia, tiramos TUDO de lá de dentro... malas, cds, comidas...

É hora de armar a barraca. (calma, calma... a barraca de camping..)

A saga de quatro cariocas em São Paulo - A ida

Tudo começou com um telefonema que minha irmã recebeu, três semanas atrás, das amigas que sempre viajam com ela: não vamos viajar nesse carnaval. Bê fez bico, ficou braba e eu, como boa irmã, me ofereci pra acampar com ela e meu cunhado. Claro que convoquei uma boa amiga pra estar comigo nessa empreitada, afinal, eu sou branca e com o cabelo vermelho, mas ainda não virei uma vela.
A proposta da viagem era acampar,mas sem se prender a um lugar só. Ir pelo litoral sul do Rio de Janeiro, parar nas praias que a gente mais gostasse, seguir pela Serra do Mar até São Paulo e, se desse vontade, dar uma chegadinha em Minas Gerais. Se estivesse bom, a gente ficava num lugar; se estivesse ruim, partia pra parada seguinte.

Então, carnaval chegou e partem os quatro cariocas em direção oposta a folia.
Já na véspera da viagem, começam as agruras.
Uma insônia DAQUELAS me tomou por completo e passei a madrugada, ora conversando com Luiz no msn, ora lendo blogs de um e de outro. Consegui dormir na hora que devíamos acordar. Isso ocasionou um atraso de quase duas horas na nossa saída.
Enfim partimos.

- Qual caminho? Rio-Santos ou Dutra?
- Rio-Santos!!!!!! Quero ir pelo litoral, para em Angra hoje, dar um mergulho e depois a gente segue.

Todos de acordo.
MAS, a gente não contava com um engarrafamento gigante. O motorista, então, resolve fazer o caminho inverso: vamos por São Paulo e voltamos pela Rio-Santos. Beleza. Todos de acordo.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Feriado Trash

Olha... vamos combinar uma coisa: lugar de carioca é no litoral!
Nunca mais vou pro interior de cidade nenhuma em feriado prolongado.

Qualquer hora eu conto a incrível saga do feriado momesmo. Tô até agora me recuperando dos traumas.......
 

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