quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Lá vai o Sol.....

Quem levou o Sol embora?? Traz de volta, por favor.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Raiva Fictícia

Sabe quando você sonha com alguém te sacaneando e fica com raiva da pessoa por causa do sonho?
Ou quando, na sua cabeça, você imagina um diálogo com um determinado ser e se aborrece com as "respostas que a pessoa dá"?
Ou ainda, quando você quer prever a reação do cidadão para determinada situação, e isso te irrita?

Pois.... isso é o que eu chamo de raiva fictícia.
Tá tudo na tua cabeça. O outro ser nem fez nada. E tu tá lá, com raiva, vermelho, a pressão arterial subindo. E eu me pergunto, pra quê? Coisa de doido.
Não que eu nunca tenha feito isso. Já fiz. Mas quando era adolescente. Fazia muito. Minha imaginação é fértil pra caramba e tem espaço pra fantasiar um mundo digno da Terra Média, de J.R.R. Tolkien. E eu ficava com raiva das situações que minha própria mente criava. E eu sofria igual condenada por isso.

Aaaaaaahhhhhhhhhh.. passou! Eu cresci e aprendi a controlar isso. Ainda crio situações fictícias. Mas não me aborreço mais com elas.
E me surpreendo de ver pessoas adultas com raivas fictícias, agindo como adolescentes.

Hoje mesmo, uma pessoa que eu adoro por ser centrada e tals, surtou por uma situação que ela supõe que vá acontecer.
E terminou o dia cheia de rancor no coração.

E eu me pergunto, pra quê??

sábado, 19 de janeiro de 2008

Onde??

Eu quero a minha alma de volta! Alguém sabe onde deixei??

Independência custa caro

Segundo a História, o Brasil pagou 2 milhões de libras a Portugal para ter sua independência.
O Haití pagou a França uma quantia igualmente alta.
E eu estou pagando, de novo, pela minha independência.

Rompi uma sociedade habitacional e estou entrando em outra. Dessa vez, muito mais fadada ao sucesso que a anterior. Estou indo morar com minha irmã. Aliás, ela está vindo morar comigo. Mas, para tanto, precisamos deixar a casa ao gosto de ambas. E isso nem é difícil, já que gostamos das mesmas coisas.
E aí começou a saga.. Definir qual vai ser o estilo do apartamento. Sóbrio? Moderno? Clássico? Urbano? Minimalista??
Depois, sair em busca de objetos de decoração. Mas pobre é uma desgraça. Ter que pesquisar preço, andar, gastar a sola do sapato e anotar tudinho. "E não pode esquecer de colocar o nome da loja e o endereço, irmã!!" Bem lembrado! Eu esqueço tudo mesmo..
No dia seguinte é hora de pesquisar as tintas. E aturar a cara de deboche dos vendedores de lojas de tinta. "É você quem vai pintar??" Eu mesma, cara pálida! Sou mulher, mas não sou burra. Bem ao contrário. Inteligência é o que não me falta! E competência também não. E garanto que não vou fazer metade da sujeira que um macho-alfa faria!
Agora que tudo já foi definido, chega a pior parte: PAGAR.
Putz..... Caro, viu?! Só de tinta e afins, vão, brincando, mais de duzentos reais.
A decoração da sala fica quase o mesmo valor. E isso porque não quero sofá nem estante.
Em compensação, não há nada que pague a sensação de independência. Isso, dinheiro nenhum no mundo pode comprar.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

A Humanidade

domingo, 13 de janeiro de 2008

As lágrimas sumiram de dentro de mim.



Catedral - Além Do Espelho

Não preciso mais chorar
As lágrimas se misturaram com a chuva
E o vento
Sopra forte o meu ser
Direcionando os meus passos
Me sinto atraido.

Quem sabe além do espelho
Na outra metade do que nunca vi
Eu posso me reconhecer
Quem sabe além de mim mesmo
Encontre a ausência que sempre senti
Talves eu perceba você.

Para nunca mais andar
Na confusão de olhar meus olhos
Tão tristes
As estrelas que contei
Não iluminam os meus segredos
E o medo.

sábado, 12 de janeiro de 2008

Estiagem

Li esses dias no jornal que o Nordeste está enfrentando uma estiagem daquelas. E isso sempre é preocupante, porque a seca destrói a lavoura e etc. Todas essas coisas que já sabemos.
Mas, o que me surpreende é que a estiagem chegou ao Rio também. Pra ser mais exato, chegou em mim.
Não faz muito tempo, comentei que não me emociono com nada. Mas até então, eu achei que era por estar preocupada com as coisas do trabalho, da faculdade.. Daí que entrei de férias. E fui ver filmes dramáticos, tipo "O amor nos tempos do cólera" (aliás, é uma história realmente linda), "Patch Adams", "Orgulho e Preconceito", "Razão e Sensibilidade"... Nem uma gota! Li livros dramáticos. Não verti nem uma lágrima solitária. Nada, em absoluto.
"O que está acontecendo?", diria a personagem do desenho..
Será que esqueci minha alma em algum incidente desta minha nada mole vida?

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Febres e sustos

O ano nem começou direito e eu fiquei doente. Febre desde o reveillon.
Por conta disso, não quis ir sozinha pra casa e pedi a Gui pra me levar. Na volta pra casa de mam, já na saída da ponte, um mautorista fecha o nosso carro e Gui foi obrigado a fazer uma manobra muito arriscada. É impressionante as coisas que passam pela nossa cabeça em questão de segundos, quando parece que a continuidade da sua vida é improvável. Ver o muro se aproximar e, logo depois dele, uma queda para a morte, te faz pensar em como você tem vivido e se realmente tem se importado com o que deve importar.

Sorte ter ao volante alguém realmente bom. Sorte ter dado tempo de parar o carro. Sorte o freio (que deu problema semana passada) ter funcionado PERFEITAMENTE.
Sorte.

Sorte? Ou intervenção divina??

O susto passou. Mas a reflexão permaneceu.
 

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