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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Posso ficar deprê a essa altura do campeonato???? Porque, te dizer, com tudo dando errado nessa escala de erro, tá difícil manter o bom humor e o alto astral.

sábado, 30 de outubro de 2010

Verborragia matinal

Cara, eu fico passada com essa gente que acorda de bom humor. "Bom dia, Sol!!", "Bom dia pessoas!!"
AARRRRRRGGGGGGGGGGGGGGGGGGGHHHHHHHHHHHH
Não consigo!! São seis da manhã, ainda estou tonta de sono, mesmo depois de um banho. Não tenho apetite pra tomar café e estou de mal humor porque vou encarar um trânsito miseravelmente lento até chegar em Niterói, duas horas e meia depois. Ah, porque com as obras na Av. Brasil, o trajeto de uma hora e meia foi acrescido de mais uma hora. E eu simplesmente não consigo acordar as 5h da manhã. Simples assim. Então não tem como eu querer conversar antes das nove, que é quando finalmente consigo tomar café e sorrir pela primeira vez no dia, na maioria dos dias.
No entanto, me vejo obrigada a compartilhar do bom humor matinal alheio, geralmente no ônibus. E meninas querem contar pras amiguinhas que o bonitinho do curso de inglês segurou a mão dela quando devolveu a borracha que pegou emprestada; e umas criaturas que se acham homens querem contar vantagem que panharam aquela gostosa e que ela deu até de cabeça pra baixo. Sem contar aqueles com ótimo(?) gosto musical que resolvem compartilhar sua playlist com todos os presentes no coletivo.
Pô, esses dias fui obrigada a ouvir um paulista xavecar uma menina durante DUAS HORAS. Juro que tive vontade de aceitar a cantada por ela, só pra ver se aquela matraca em forma de humano calava a boca.
Além disso, tem os dias em que sou obrigada a ouvir cantoria de criança e birra, antes mesmo de chegar ao trabalho. Um dia até perguntei ao motorista da van se dava pra amordaçar as criaturinhas, mas ele disse que não podia. Pena.
Enquanto não descubro um antídoto contra a verborragia matinal alheia, comprei uns protetores auriculares pra mim. Não é 100% eficaz, mas pelo menos ajuda a controlar minha vontade de passar silver tape nessas boquinhas falantes.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Quase um Dunga

Cara, se tem uma coisa que eu prezo nas relações (todas elas) é a tal da coerência. Sim sim, faço coro com o astuto (?) técnico da seleção e acho que coerência é qualidade mais que necessário para as pessoas nesse mundão de meu Deus. Tanto que devia até vender cápsulas de coerência em farmácia (aliás, devia ficar bem ao lado do SIMANCOL).
Mas, né, as pessoas são todas sequeladas (que falta me faz o trema!!) e esquecem o que vem a ser isso. E dá-lhe asnice a torto e a direito; e dá-lhe falta de sentido nas decisões e, o que é pior, nas atitudes.

Dae que em TODAS as repartições públicas do país não tem expediente em horário de jogo. Mas o tal do pres. de educação lá da cidade é mais melhor de bom que todo mundo e disse que os professores precisam dar o jeito deles depois. Querem ver o jogo? Tudo bem, mas não pode faltar esse dia de aula no calendário. Ah sim... Porque essa prestação de serviço não pode ser interrompida, com risco à ordem pública, né? Uhm...

Se não fosse suficiente, a criatura me lança um edital para aprovação de projeto pedagógico que precise de verba pública para funcionar. O edital foi lançado em abril e o resultado sairá no final de outubro. E o projeto terá que ser executado em, no máximo, 60 dias. Mas hein?! Se bem me lembro, as aulas terminam em 18 de dezembro. Isso significa que eu teria um mês e meio pra executar essa façanha???? Uhm.....

Não bastasse o dileto presidente com sua coerência tão - como posso dizer - notória, ainda tem mais gente me brindando com exemplos semelhantes.

A outra lá permite que um falte a reunião, mas não permite que outro falte. Ou ainda, chamo a alma e mostro o trabalho que EU fiz e ela atribui mérito a outro. Ah sim, fez muito sentido.

A criatura (não, não é a minha criatura) disse que não queria mais, mas que NÃO havia outra pessoa na parada. Só não queria. Ok, né.. fazer o que. Dae que uma semana depois me aparece namorando. Bem, estamos num país livre e cada um faz o que quer. Em menos de um mes já ama, já é a pessoa com quem quero passar o resto da vida, aquela por quem meus lábios sorriem... Uhm, gostei de ver a poesia exalando dos poros. SÓ QUE o infeliz não para de ligar e procurar pela ex. Faz sentido?

Maluco, juro, não entendo! E olha que tento, tento com força, mas não dá. Será que alguém pode me dizer o que se passa na cabeça dessas criaturas????
Acho que só me resta pedir a Deus que me dê paciência. Porque se eu pedir força, vou bater até matar.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Firefox duzinferno!!!!!!!!!

Meu texto tava bonitinho, prontinho.. eu ia clicar em "publicar postagem" na hora que o treco travou, fechou e apagou tudo.
Tendeu pq ando sem paciência pra internet??????

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Transporte público e barraco

Já ouvi falar, algumas vezes, que meu senso de justiça é muito forte. E concordo com isso. Respeito os direitos alheios, e o mínimo que espero é que meu direito seja respeitado também. Quando isso não acontece...... Bem, não é lá uma coisa bonita de se ver, nem de contar. Mas vou contar assim mesmo.

Não é mais segredo pra ninguém que tenho pavor de lugar cheio. Qualquer lugar que seja. Exatamente por isso não vou a shows, não pego metrô no Rio, não vou a praia nos finais de semana, ao banco em dia de pagamento, ao mercado no início do mês e ao shopping em véspera de datas comemorativas (aliás, só consigo ficar em lugar cheio se tiver muito vento no meu rosto). Por causa disso, todos os dias acordo mais cedo, gasto mais dinheiro e pego o ônibus no ponto final, pra vir devidamente acomodada, sem o risco de ser sarrada ou ficar espremida sob o suvaco de alguém. Hoje não foi diferente. Acontece que o raio do motor do ônibus estava superaquecendo (é junto?) e ia parar a qualquer momento. O que o fiscal fez? Mandou o motorista seguir viagem "até onde der". Nessa hora a pessoa levantou e se dirigiu a ele: "Então o senhor, por favor, devolva meu dinheiro pra que eu pegue outro ônibus aqui mesmo, enquanto não está lotado". Ele respondeu que não podia, que eu teria que esperar um outro da mesma empresa, bla bla bla. Eu falei na educação, embora sem sorrisos, e recebi uma resposta áspera. Bem, meu metro e meio rapidinho se transformou em dois metros e meio. Saquei o celular e respondi a ele que existe uma lei que me garante esse direito de restituição do trecho não concluído, e que se isso me fosse negado, a polícia ia ser acionada. O que aconteceu? Os passageiros se insurgiram e o fiscal mandou voltar e trocar de veículo.
Melhor assim, né?

Na volta pra casa, resolvi vir de trem (o que ainda considero a treva, mas é rápido). O raio do troço era daqueles antigos, que só tem segurador no teto. O que uma anã de jardim faz numa situação dessas?? Se equilibra nas poucas barras de ferro verticais dispostas ao longo do vagão. Acontece que tinha um sujeito encostado na barra mais próxima - que era estratégicamente perto de uma janela. Se eu mudasse de lugar, não teria janela e o desmaio seria líquido e certo. O que a pessoa faz? Força a mão pra segurar na barra. O que o sujeito faz? Empurra o corpo com toda força na mão da pessoa. Educadamente - eu sempre sou educada primeiro (raramente sorridente, mas sempre educada) - peço pra ele ceder espaço, afinal aquilo não foi feito pra se encostar. Ele me olhou por sobre o ombro, viu que eu era metade dele e achou que podia se criar. Levantou a voz (provavelmente pra se mostrar machão pra fêmea que estava com ele) e disse que estava ali primeiro, que ninguém tinha reclamado e que ficaria ali. A sujeita aqui é pequena, mas o que falta de tamanho sobra em falta de noção, e respondi que ele podia ficar, "mas se machucar minha mão, a porrada ia estancar na porra do trem". Claro que ele achou que falaria mais alto e ficaria por isso mesmo. Ameaçou levantar a mão e eu disse que ligaria pra policia, mas não sem antes deixa-lo estéril. Foi quando ele gritou um "vá se foder". Nesse momento eu sorri. Sorri e mandei um "quer me ajudar com isso?"
As pessoas que ouviam riram, ele ficou sem graça e ficou resmungando.
Eu liguei o mp3, segurei na barra vertical e vim sacolejando no balanço do trem.

Por isso, um aviso:
Se vc pensar em me lesar de alguma forma, veja bem se vale a pena o risco. Porque, de uma maneira ou de outra, vou fazer valer meus direitos. Nem que seja no grito.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Foi engano

O médico falou que eu não sentiria mais dor e nem teria TPM quando eu começasse o tratamento. Pois acho que ele se enganou quanto a eficácia dos remedinhos.
Ai, ai.
E eu estava tão feliz com a idéia de ficar livre disso......

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Pretérito imperfeito

Eu devia ter viajado hoje e não fui. Só vou quinta.
Eu devia ter saído domingo e não tive coragem. Fui ao cinema.
Eu devia passar as férias com o meu amor e não irei. Farei tratamento de saúde.
Era pra eu estar feliz e não estou. Quero chorar.

Alguém entende?

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

"Você tem o direito de permanecer em silêncio" Parte I - ou o dia em que eu seria presa

Gui se meteu a produzir shows. Mas como eram os primeiros shows, ainda, a equipe era quase toda de amadores. Eu, claro, estava na equipe. Minha função era receber os ingressos na entrada do show e, depois, supervisionar a bilheteria. Esta foi montada ao lado da entrada, com aquelas cabines de plástico e protegidas por grades de segurança. Teoricamente existiria uma equipe de segurança nos dando suporte.

Já na primeira função tive problemas. Algumas pessoas resolveram me dar carteirada. "Eu sou delegado de música", ele disse. Minha melhor cara de Barbie na caixa respondeu um "E eu com isso?" que irritou o homi. A ordem era clara: só entra quem tem ingresso. Pra entrar de graça, tem que ter ingresso de cortesia. Simples assim. E outras criaturas abusadas que, por verem uma menina de meio metro ali, tentaram tirar uma onda. Qua qua!

Então acabou o show e a grana da bilheteria estava no meu bolso. Meu e de Bê, que estava comigo nessa empreitada. O pessoal da segurança virou poeira cósmica e me deixou sem rádio pra falar com os produtores. Celular? Não dava sinal. De jeito nenhum eu deixaria ela ir sozinha chamar o produtor, ou ficar sozinha enquanto eu iria. Devíamos ficar juntas, com aquela dinheirama no bolso. Como os loucos tinham deixado alguns pertences nas cabines de bilheteria, também não era viável sair e largar tudo lá. O que fazer, então? Sentar e esperar a multidão passar, ou alguém da produção vir nos resgatar.

Eis que a multidão saía do show. E, como bons brasileiros que são, tentaram dar um jeitinho de sair mais rápido, pulando a grade de segurança que separava a multidão das cabines - e de mim. Lógico que meu jeito simpático de ser se manifestou de imediato e mandei que voltassem. Por incrível que pareça, eles voltaram. Mas, eis que do além, de onde não vem ninguém, surge quem?? Um político babaca qualquer que se achava o Trakinas mais recheado do pacote por ter sido eleito numa cidade do interior do Estado. E acha que isso é razão suficiente pra desrespeitar o que eu disse. Se eu deixasse ele passar, teria que deixar todos os outros também.

Mais que depressa levantei e fui barrar o moço.
Braço estendido, mão espalmada em sinal de "Pare" e a frase "O senhor não pode passar por aqui", dita com a melhor cara de pitbull que eu faço quando estou irritada, deviam ser suficientes. Mas ele olhou meu meio metro de baixura e achou que podia comigo.

Continua em dois dias...........

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Sequestro do bom

É impressionante como a TPM não dá trégua nem mesmo quando estou feliz e me divertindo. Em pleno carnaval em Ilha Grande, TPM????? Mereço, né? Bom, ao menos foi no último dia. E não matei ninguém afogado (embora tenha dado vontade).

Mas, em suma, o carnaval foi ótimo.

Jr. me seqüestrou pra Ilha. Ah, foi um seqüestro sim, porque o convite foi feito na terça a noite. E, ao contrário do que eu pensava, não ficamos em Abraão (a vila mais badalada da Ilha), mas em Praia Vermelha, que não tem absolutamente nada além de duas pousadas e quatro bares. Ah sim.. Tem umas praias ótimas e lindas!!! E a família do Adriano (um dos rapazes que estavam na casa), que foi muito solícita, todo o tempo. Conheci gente legal e me diverti de verdade neste feriado, como não me divertia em anos.

Porém, nem tudo são flores todo o tempo. Quando a TPM chega, eu surto. Sempre surto. E ontem estava com cara de pitbull a noite toda. Nem me animei a ir pro bloco com as meninas. Só o que me relaxou um pouco foram as garrafinhas de Ice e um bom livro. Mas, em suma, o carnaval foi muito bom.

Jr, muito obrigada pelo convite

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Você sabe que está com depressão pós férias quando:

- um cara ótimo te chama pra sair na quinta-feira a noite e você diz que prefere ficar em casa, sozinha, lendo um livro;

- sente ódio do prefeito que não pagou seu salário de férias (e você já está pra voltar ao trabalho);

- assiste, pela milésima vez, ao filme que passa na TV;

- não tem ânimo pra fazer a unha da mão;

- acha que a casa da sua mãe é o melhor lugar para se estar agora.

Acrescente a isso o mau humor típico da TPM e da abstinência de doce.
Prontinho. Essa sou eu, hoje.

sábado, 8 de novembro de 2008

Nos últimos quinze dias, me livrei de 3,5 Kg .
Mas hoje acordei e, quando me olhei no espelho, estava gorda. Alguém é capaz de explicar o fenômeno???????????

domingo, 7 de setembro de 2008

Lente de aumento

Pelo menos uma vez por mês, nós, mulheres em idade fértil, temos uma natural lente de aumento para os problemas. Um algo que liberta o monstro que existe dentro de cada uma e que transforma a vida em algo quase impossível. Acho que todos já sabem do que se trata, né?? Pois é... a tal da TPM.

Até ela se tornar insuportável pra mim, eu achava que era coisa de mulher fresca, maluca e mimada, que queria uma desculpa pra soltar os cachorros nos outros e se valia desse argumento. Mas então EU começei a me tornar uma mulher fresca, maluca e mimada. E comecei a perceber que tinha data certa pra ficar assim. Todos os meses, a mesma coisa.

Na verdade, o maior sinalizador pra eu perceber isso foi o Thomas - um amigo muito querido e durante muito tempo o único que eu tinha nessa cidade e que exatamente por isso freqüentava muito a minha casa. Sempre que eu era grosseira com ele - sem motivo aparente - ele levantava, pegava a chave e falava "você está de TPM.. volto em uma semana". Eu ficava irada e respondia (quase aos gritos) que ele estava maluco e que não era tpm nada. Mas não é que dois dias depois eu descobria que ele estava certo? Dae, como boa amiga que sou, ligava toooooooda sem graça e pedia desculpas. Isso aconteceu por meses. Até que resolvi assumir que sofro desse problema (o primeiro passo é não negar, lembra??). E agora eu consigo controlar um pouco alguns efeitos.

Por exemplo, aviso sempre aos amigos, irmãos e possíveis romances que estou numa época perigosa. Evito situações de confronto. Tomo uns remedinhos pra ficar mais calma (ou menos nervosa). Medito. Canto. Sei lá.... qualquer coisa pra não descarregar nas pessoas os efeitos dos meus hormônios descontrolados.

Mas o efeito "lente de aumento" ainda é inevitável pra mim. É irritante o quanto eu surto. Qualquer olhar mais sério direcionado a mim é motivo pra me deixar triste. Qualquer não ligação do namorado é razão pra achar que ele não me ama mais. Isso quando eu não começo a chorar porque estou uma baleia gorda e velha, que nenhuma das minhas roupas ficam boas e que meu cabelo está uma palha horrível. Aliás, este foi o surto do dia.

Espera ae que eu vou ali tomar um remedinho pra ver se melhora...

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Eu odeio ter TPM. Odeio, odeio, odeio!!!
Me faz ver chifre em cabeça de cavalo e cabelo em casca de ovo, chorar compulsivamente, ser dramática, não dormir direito, comer igual maluca (ou não comer nada, o que é igualmente ruim pra quem tem gastrite), chorar mais, brigar com as pessoas que eu adoro, tomar atitudes precipitadas, dizer coisas sem pensar, perder boas oportunidades...
Definitivamente, eu preciso me tratar. Isso está transformando minha vida num verdadeiro inferno. Os sintomas duram uma semana. Mas as conseqüências do que faço nesse período..... elas podem ser eternas.
 

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