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quarta-feira, 24 de junho de 2009

Irmã chega na minha casa, vê uma caixa de grampos sobre a estante e exclama:

- OBA!! Chaves, muitas chaves!

rsrsrs

Pra quem não entendeu a piada, leia aqui.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Heróis


Meus irmãos, minha vida, partes da minha pessoa, meus super-heróis.
É incrível como a gente se dá tão bem, como um entende e completa o outro. Claro que volta e meia rola um estresse, mas sempre é coisa passageira.
Qualquer viagem, reunião de familia, passeio, compras, até velório... sempre é mais divertido quando estou com esses três ae. Se falta um deles, o clã não fica completo e, apesar de sempre ser divertido, a gente sabe que poderia ser mais.

É isso... Eles são parte de mim. Tanto e tão profundamente que mesmo não morando mais com eles, para cada decisão muito importante que tenho que tomar na vida ainda convoco o clã para ponderarmos juntos. E quando qualquer um deles tem um problema, é pra cá que correm.

Manos, amo vocês. Muito!! E eternamente.

domingo, 7 de junho de 2009

E o inverno no Leblon é quase glacial

Esse findi não foi nada do que eu planejei.
Meu mano ficou doente e fui cuidar dele. E isso trouxe uma série de consequências ótimas!!


Pra aquecer o frio no Leblon, café no Nostro Caffé

Dez anos de feitiços

O palhacinho e a Brux

Meu mano queridooooo

Amo essas duas malucas

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Security

Bê, não importa o que aconteça, eu sempre estarei aqui. Essa música diz exatamente o que eu quero que você saiba.
Te amo, irmã.

"If your spirit's broken and you can't bear the pain
I will help you put the pieces back
A little more each day
And if your heart is locked and you can't find the key
Lay your head upon my shoulder
I'll set you free
I'll be your security"




quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Dos pequenos prazeres da vida #4

Minha irmã aprendeu a fazer muffin (é assim que escreve??). Desde domingo estou mais feliz!!!!! A.D.O.R.O.
Ela acabou de tirar uma fornada de muffin de canela com banana e outra de canela com maça. Ai, gente.... Certamente, no Paraíso servem isso no café da manhã.

sábado, 6 de dezembro de 2008

Dia difícil

Alguns momentos são mais difíceis que outros. E é complicado às vezes, sabe.
Sentir dói. Qualquer sentimento que seja, por quem quer que seja....
Hoje é um dia que é mais difícil.

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Segunda, dia 08, ele faria 25 anos. Se não fosse aquele acidente de carro.... Tão jovem, sempre tão prudente. E pensar que tentei incansavelmente falar com ele no dia anterior pra desejar, antecipadamente, um feliz 2003. O telefone não foi atendido, o email não foi respondido, o celular não estava ligado. E no domingo, enquanto eu dormia, o telefone toca. O olhar desolado do Dinho, ao desligar, não me deixou dúvidas. Uma batida a 50 km/h, num carro parado, só porque estava cansado demais e provavelmente dormiu logo depois de deixar o último amigo em casa depois do trabalho, tirou-lhe a vida. E me trouxe uma tristeza inconfundível a cada reveillon. E uma sensação, até hoje, de que não é real. Mesmo seis anos depois. Ainda sinto saudade, querido. E cada vez que vejo um episódio de Friends, é em você que eu penso. Meu irmãozinho, meu cunhadinho, meu amigo..

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Algumas coisas deram muito errado na minha vida. Mas uma delas deu certo este ano. A melhor coisa que me aconteceu foi a Be vir morar comigo. Tá certo que a monografia não saiu (nem a minha, nem a dela) porque a gente filosofa mais do que escreve, e lê mais site de receitas do que Ciro Flamarion ou March Block, e tira mais fotos do que faz pesquisa no arquivo. Mas foi o melhor ano da minha vida adulta. Teve briga, choro, grito, riso, piada, insônia, dormir na mesma cama, filme, comida diferente, praia, carnaval péssimo, aniversário só nosso, Chefe, Castigo e tudo de bom e ruim que uma relação entre irmãs pode ter. E agora isso acabou. Estou triste demais. A tristeza é tanta que afeta meu humor. Fico braba porque não há nada que eu possa fazer pra mudar isso. Pelo menos, não agora.

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Sou autista. Já falei isso? Muito autista, pra ser sincera. Por isso, aliás, os blogs - porque tem horas que canso das pessoas, e o blog é meu refúgio. Mas também sou sociável. Quando crio laços com alguém, sinto falta. Acontece, também, que não suporto a sensação de incomodar. E quando as pessoas estão em suas vidas felizes e eu estou pior que fel, evito a sociedade. O ruim disso é que sinto falta dos meus amigos. Muita falta. E hoje é um dia que essa falta está me incomodando. Só que hoje é sábado, e as pessoas fazem programas pro sábado. Principalmente quando se está apaixonado... É praia com o namorado, shopping com a namorada, almoço na casa dos pais da esposa, ajudar na mudança do sogro. O que me resta é escrever. E ver filmes. Sozinha.

PS: esse autismo não é a doença de fato; é mais um estado de espírito anti-social mesmo.

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O ano letivo está acabando. Só uma semana com alunos e mais uma semana de reuniões com a chefa. E, segundo se ouve no rádio corredor, não terei o privilégio de acompanhar minhas onças ano que vem. De novo. Realmente não entendo qual o problema dela comigo, porque todas as professoras acompanham a turma. Só eu que não. Não quero uma turma de novos bebês. Quero as minhas onças, mal-criadas como são, briguentas, faladeiras, bagunceiras, inteligentes, surpreendentes e minhas! Nenhuma outra professora daquela escola percebe as onças como eu. O Infinito não é uma criança mal educada; é uma criança inteligente, que não entende a lógica adulta que permite xingá-lo, mas que não aceita a mesma moeda; uma criança que não se conforma com um "é porque é!" como resposta; ele não é um "Pedrinho". Na verdade, meus alunos estão mais pra "Emilia" do que pra Pedrinho e Narizinho. E a Dona Benta lá não aceita isso. E joga por terra toda a teoria de Emilia Ferreiro, e Paulo Freire, e Piaget, e mais um monte de teóricos da educação. Pensar na possibilidade de me separar deles é horrível. Estou tentando, de verdade, não pensar nisso. Só que fica mais difícil quando tenho que fazer os relatórios de avaliação e percebo o progresso que cada um teve durante o ano... Eu quero as minhas onças no próximo ano!!!

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segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Tô triste, desolada e só fiz chorar o dia todo...
Vou me separar da minha B.
Por motivos alheios a nossa vontade, ela volta a morar com meus pais em Janeiro.
Ai..... e eu já sinto falta de chegar do trabalho e me jogar na cama pra fofocar com ela.

Irmã, um ano passa rapidinho. PROMETO a você que em Janeiro de 2010 a gente se junta de novo.

domingo, 6 de julho de 2008

Gui

Há uma semana que aconteceu e eu ainda não consegui falar a respeito.. É que a emoção foi tão grande que tomou conta de tudo, bagunçou meus pensamentos, confundiu minhas percepções e me tirou de órbita por uns dias.
Meu irmão mais velho casou.
Algum desavisado diria que não há motivo pra tanto estardalhaço. Acontece que as pessoas não sabe da nossa relação de irmão. Já falei aqui, num texto sobre a Bê, que nós quatro temos uma relação muito diferente da maioria dos irmãos que conheço. E não sou a única que acho. TODOS os nossos amigos dizem a mesma coisa. Por isso é tão importante pra nós que nossos pares aceitem bem essa relação e, principalmente, que sejam bem aceitos pelo grupo. Até ouso dizer que - pelo menos no meu caso - quando um dos irmãos não aprova, o romance não segue.

Então... Gui é o mais velho. Eu sou a segunda. Durante três anos fomos só nós dois. E depois, apesar do Dinho, ainda éramos imbatíveis. Dinho era muito pequeno, quase não participava das nossas artes de criança. Dona Mãe ainda tem uma fita k7 com gravação do Gui implicando comigo. "Bicho, vem pegá Dedê!!" E, entre soluços e lágrimas, eu respondia "Pegá maninho.."
E assim crescemos. Estudamos nas mesmas escolas, gostávamos das mesmas coisas. Ele era um ídolo pra mim. Além disso, ele é músico. Desde muito cedo que desenvolveu o dom. Primeiro as panelas da avó, depois a bateria, o violão, o baixo e, por fim, sua verdadeira paixão: o piano. Autodidata em todos. Mas claro que depois estudou para aprimorar o que já lhe era um dom nato. Aprendi a apreciar recitais, ouvir Mozart, Bach, Chopin, Beethoven e todos os outros. Quando na faculdade de música, me pedia ajuda pra fazer os trabalhos de história da arte, e foi assim que descobri o amor pela história. E assim aprendi a gostar também de MPB, jazz, salsa, rock, chorinho.. (o samba foi o Ley que me ensinou a amar). Fomos juntos aos shows do Djavan, Jota Quest, Paralamas, Cidade Negra, Skank, Marisa Monte.. Quando nosso cantor internacional de adolescente veio ao Brasil em 2005, Gui não pôde me acompanhar por causa do trabalho dele. Mas eu liguei pra ele, pra que pudesse ouvir. A emoção foi tanta que ele se mandou pra Sampa pra ver o show por lá. E me ligou pra que eu pudesse ouvir. Muito do meu estilo cultural de hoje se deve a ele.
Viajamos muito também. Paraty, Curitiba, Cabo Frio, Petrópolis por vários invernos seguidos, Angra dos Reis.. Sempre era mais engraçado com ele por perto.
E os namoros?? Hahahah... isso é um capítulo a parte. Sempre soubemos dos casos um do outro. Recife, Goiânia, Curitiba, Niterói, Niterói de novo. Até que ele se apaixonou por ela.....
Não, não pela Noiva. Mas por ela. A causadora de grande mal a ele. Uma amiga nossa, casada. Acontece. E aconteceu com ele. Mas, pela primeira vez na vida, ele me escondeu algo. E eu soube da pior maneira possível: por terceiros. Lembro da sensação de traição, do choro, da briga... era como se descobrisse que meu namorado me traiu com minha melhor amiga. Não trabalhei, não fiz prova.. Foi difícil entender porque ele me escondeu isso. Logo de mim, que sempre fui cúmplice de tudo. Mas o que poderia ter acabado com a confiança, foi também o motivo de uma amizade ainda maior. Depois de passada a raiva da traição, me aliei a ele de novo. E sob protesto de toda a família, fiquei ao lado dele durante os dois anos desse namoro (ela se separou e ficou com ele). Fiquei ao lado dele sim. Eu sabia que ela faria com ele o mesmo que fez com o marido. E alguém teria que juntar os caquinhos que restariam daquele coração de músico apaixonado. E foi o que aconteceu. Quando ele descobriu que ela tinha outro, o mundo caiu. E só eu estava lá pra segurar a mão dele. Foram meses difíceis, muito difíceis. Outras tentativas de romance, mas nenhuma vingava. Nenhuma se comparava a ela.
Até que eu conheci uma menina (menina mesmo) que morava sozinha no Rio. Estudante de medicina, a família morava em outro estado.. Freqüentávamos a mesma igreja na zona sul. Ela não conhecia quase ninguém fora da faculdade.. E começamos a nos falar de vez em quando. Um dia ele chega pra mim e diz que acha ela uma gata. E ela é mesmo. Pô, irmã, será que eu teria chance com ela? Xiiiiiiiii..... Pense na sua irmã com 20 anos.... Então, igual. Coração zero, querido. Mas tenta a sorte. O não você já tem, o que vier é lucro.
E assim começou a história de amor mais fofa que eu conheço de perto. Ela não estava nem aí pra ele. Mas ele insistiu. Acostumado que estava com as mulheres se jogando aos pés dele, ficou ainda mais encantado por aquela menina difícil de conquistar. Mas conquistou. E começaram a namorar. Eu "perdi" uma amiga, mas ganhei uma irmã a mais.
Acho que por não morar mais com ele há dois anos, estava sentindo pouco essa história toda de casamento. Mas quando estávamos na porta da igreja e ele me lançou aquele mesmo olhar cúmplice de sempre e suspirou ansioso, a minha ficha caiu. E meus olhos encheram de lágrimas. A partir daquele momento não seria mais eu que compartilharia das histórias dele. Seria a Noiva. E bateu aquela tristezinha misturada com felicidade...
Estou realmente feliz por ele ter se casado com uma pessoa tão fofa, e que o ama tanto. Não é sempre que eu acredito em amor e em felicidade, mas no caso deles, eu acredito.

Maninho, faça a Noiva muito feliz, para que você possa ser feliz ao lado dela. Amo vocês. Felicidades ao casal.

sábado, 10 de maio de 2008

Orgulho de irmã #2

Minha irmã de Ketchup (que se formou em janeiro) passou no concurso aqui pra cidade e vai vir morar aqui também!

UHU!! Amoooooorrrrrrr, parabéns por mais essa conquista! Esse lugar vai ser pequeno pra nós.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Bezinha

Esqueci que minha irmã é ciumenta. Postei foto da Ceci e do Dinho. Ae Be reclamou. Claro!! Eu faria o mesmo.
Fiquei na dúvida de qual das duas fotos postaria. Pra acabar com a dúvida, coloco as duas de uma vez.


Ela não é linda?? E nem um pouco parecida comigo. Ou vocês acham que parece???
Ela é briguenta, mal-humorada (muitas vezes), perfeccionista, "pertubenta". Mas é companheira, leal, sincera, preocupada comigo, sarcástica e engraçada. E eu a amo! Precisa de mais??

"Ainda bem que você vive comigo. Porque, senão, como seria esta vida???? Sei lá.... sei lá...."


Esse blog anda tão imagético... Mas eu também falo por imagens, então tá valendo.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Uma semana péssima. Ruim mesmo.
Queria ir pra Lua, pra Saturno, pra Espanha buscar o meu chapéu, pra casa do conde drácula.. Sei lá, queria sumir um pouco, só até organizar minhas idéias, acalmar meu espírito e planejar um jeito de dar cabo naquela alma sem luz.
Estar com ele já amenizaria um pouco. Mas agora esse cabra é fino e nunca está na cidade.
Irmão, quer trocar de emprego comigo??




Irmão do meio. Minha versão de barba e bigode. Se não na aparência, certamente no comportamento.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Orgulho de irmã





Marieta, Ceci, Mariah, Bandida, Ciça, Loka, Irmã, Sujeita...
Minha irmã de ketchup e homenageada da vez.
Por sua dedicação, por sua força de vontade, por ter chegado onde chegou - mesmo em condições absurdamente adversas - e por querer seguir em frente, vendo que seu lugar não é entre os comuns.
Tenho muito orgulho de você, Ruiva dos olhos de esmeralda. E fico feliz de ter você por perto, para que eu possa assistir, de camarote, a sua vitória.
Não vou te desejar sorte porque, como diz um professor meu, sorte é para os incompetentes. Te desejo saúde para continuar seguindo rumo ao sucesso.

Te amo, pequena camponesa.

Legenda das imagens:
1 - Marieta em close, antes da cerimônia de formatura.
2 - A Louca, dando show no palco.
3 - "Under my umbrella" - Leo, Marieta e Dzinha
 

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