terça-feira, 29 de setembro de 2009

Tô em falta com vocês, pessoas. Mas é que não tenho tido tempo MESMO. Pra se ter idéia, ainda não tive tempo de ir conhecer minha sobrinha. Quer coisa pior???? Vivendo só e somente para o trabalho E a faculdade. Não existe feriado, final de semana, ponto facultativo, dia santo.... Nada. Daqui pra frente só terei o Natal.

Até lá, tô me virando como consigo. Espero que vocês entendam que não é falta de consideração; é falta de tempo!

Obrigadaqueridosbeijos.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Segunda é feriado!

Não que a próxima segunda seja feriado. Mas esta notícia me deixou estupefata.

Então algum maluco acha por bem fazer uma lei dizendo que todos os feriados que cairem durante a semana deverão ser na segunda. Daí que agora vamos comemorar o dia da independência numa segunda. E o dia de Tiradentes também? E o aniversário da cidade vai ter que ser comemorado segunda também?
Será que essa anta não percebe que isso descaracteriza completamente a cultura e a celebração? Pô, se é pra mudar de data, estabelece logo que toda segunda é dia de folga. Ou então acaba logo com o feriado (imagina a confusão na cabeça das crianças: "esse ano o "sete de setembro" vai ser comemorado dia 3." FALA SÉRIO!!). Ou ainda, muda o conteúdo da lei e determina que é proibido emendar os dias. Tenho certeza que isso ele não quer fazer porque vai criar maior tumulto no país. Mas mudar o propósito das celebrações.... Isso pode.
Humpf.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Momento Twitter

"A inveja mata, a inveja destrói. Corrói. Mói. Dói." (Catedral)

A inveja, minha gente, é uma m*.

É chato ser gostosa. Mas deve ser ainda mais chato não ser.
(Ei, você aí que me inveja, me diz qual é a sensação de não ser gostosa)

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Pagando a língua acerca da maternidade

Calma, calma!!! Não vim aqui dizer que vou ser mãe. NÃO VOU SER MÃE!!!!
Esclarecido este ponto, vamos ao que interessa.

É que muitos - ou é melhor dizer quase todos - dos meus amigos estão vivendo a incrível experiência de gerar um filho. E, por conta disso, me vejo mergulhada num mundo bizarro.

Ah, porque, vamos combinar, grávidas são seres de outro planeta. Vivem dizendo que a maternidade muda sua vida, que issso, que aquilo, blá, blá, blá, wiskas sachê... E eu sei que muda: você nunca mais vai dormir - sem recorrer a remédios - uma noite inteira por, no mínimo, dez anos; seu corpo vai mudar completamente; não sobrará tempo, ou grana, pra quase nada que seja de seu exclusivo interesse.
Mas as estranhas grávidas dizem que é uma coisa sobrenatural. Se não me engano, dizem até que tem algo a ver com a complexidade dos movimentos do rabo da lagartixa. E eu, a cética do grupo, a racional, a "Coração Gelado", acho tudo isso bobeira.
É que, desculpe gente, quem estuda História tende a achar isso mesmo, já que tudo é cultura e/ou reação química. O que acontece com a "mãe" é, em grande parte, resultado de hormônios demais e cultura demais.

Não bastasse isso, na prova de Psicologia de ontem tinha uma pergunta do tipo "o que você entende da frase 'crianças que precisam de uma mãe, mãe disposta a se entregar resultam em maternidade feliz'". Minha resposta? "Não entendo maternidade feliz".

E por que cargas d'água eu escrevi sobre isso agora? Porque, como falei, minhas (meus) amigas (os) quase todas (os) estão grávidas (os), ou acabaram de parir. E dizem a todo momento que a procriação muda tudo. E eu tenho certeza absoluta que, apesar de toda minha descrença no instinto materno, serei também eu uma vítima feliz desse assombroso sentimento. Como eu digo, mundo bizarro.

O casamento do meu melhor amigo*

E então ele vai se casar.
O que você faz quando uma das pessoas que você mais amou na vida resolve se casar?

*Ele não é o meu melhor amigo, mas deve ter sido o meu melhor namorado. Mas sim, é uma referência ao filme.

domingo, 20 de setembro de 2009

Querida Ruiva (Blogagem coletiva)

O blog Um pouco de mim, da Elaine, faz um aninho de existência. Dae que ela sugeriu uma blogagem coletiva com a temática "uma carta para mim". Se eu pudesse voltar no tempo e me entregar uma carta, o que diria pra mim mesma? O conteúdo vocês podem ler abaixo.

Rio de Janeiro, 20 de maio de 1996

Oi, Ruiva querida. Tudo bem?
Quem diria que você já está com 17 anos!! O tempo passa tão rápido, não é? Espero que você esteja feliz. Mas se não estiver, tenha certeza que esse vai ser um dos melhores anos da sua vida. Sei que você acredita que as idades ímpares são ruins, mas essa não vai ser nem um pouco. Sei que você vai conhecer gente que vai permanecer na sua vida por muitos anos, que vão te incentivar e consolar quando você estiver na pior.
Só que eu queria te dar um conselho, querida. Cuidado com algumas pessoas que você chama de "amiga". Nem todo mundo que sorri pra você realmente quer o seu bem. E, infelizmente, você está cercada de um grupinho desses. Cuidado com eles, com os sugadores de energia, com os invejosos. É melhor mantê-los bem longe de você.
Como sua vida está apenas começando, aproveite bastante. Se divirta. Seja menos crítica consigo; as pessoas gostam sim de você. E muito. Seja menos perfeccionista, querida. Percebo que você abandona muitos projetos bons simplesmente porque acha que não vai ficar perfeito. Mas a verdade é que nem tudo pode ser perfeito o tempo todo.
Certamente você conhecerá um ou outro rapaz que vai mexer de verdade com seus brios. Não se reprima! Deixe que ele perceba que você realmente gosta dele. Já pensou que ele pode ser tão inseguro quanto você, e que sua atitude de super-mulher pode assustar o menino? Acredite em mim, você perderá muito se mantiver essa postura. E se ele te magoar, chore, fique triste, mas não vá para o fundo do poço. Ninguém merece que você sofra tanto. E não deixe, de jeito nenhum, que uma frustração te endureça. Amar é muito bom.
Por outro lado, não é todo homem que merece sua confiaça só porque te elogia. Que você é bonita, isso é evidente; e eles também veem. Mas sabe o que dizem sobre os rapazes, né? Isso é bem verdade. Acredite! rsrs
Pega leve com a sua mãe. Ela gosta de você mais do que se possa supor. Mas é o jeitão dela. Eu conheço sua avó e ela era muito difícil. Sua mãe não teve um exemplo muito legal pra seguir. Então ela faz o melhor que pode, da maneira que acha certa. Você vai entender isso algum dia.
Quanto ao vestibular, não seja idealista. Você tem um padrão muito alto, menina, e seu idealismo pode atrapalhar suas ambições. Como você mesma diz, não se pode ter tudo. Deixe o idealismo pra depois dos 30. Você estará confortável e poderá viver como realmente quer.
No mais, querida, seja mais tranquila. Preocupação demais causa gastrite. E você não quer passar o resto da vida fazendo dieta, não é? Se jogue de vez em quando, não se importe com o que os ourtos vão pensar. Só se vive uma vez, e a vida passa tão rápido que quando você se dá conta, já passaram 13, 14 anos e você não fez nem a metade do que queria fazer.
Tenho certeza que sua vida não vai ser muito fácil, mas que ela vai ser boa, isso vai. Você é uma garota de ouro e vai ser muito feliz.

Um beijo bem grande,
Eu.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Cafetinada

ODEIO ser cafetinada. Odeio com todas as minhas forças. Mesmo quando era uma adolescente insuportavelmente tímida, odiava isso. Porque, né, um homem que valha a pena tem que ter coragem suficiente pra se arriscar. E se você não conhece o cara pessoalmente, se viu a foto no mural da amiga, ou o que seja, dá seu jeito e corre atras, se for o caso.
E sempre foi assim que fiz.

Mas então, um amigo que esqueceu como sou com esses assuntos, resolveu me cafetinar pra um cara. O sujeito viu minha foto no orkut do amigo e se apaixonou.
Por favor, me expliquem: como alguém se apaixona por uma foto? Ainda não consegui entender essa parte. Só eu que acho isso doentio? Ainda mais para um homem de 40 anos?

E não adiantou dizer que não estou exatamente a toa na vida.. O cara não vai desistir enquanto não me estressar profundamente. E, do jeito que as coisas andam na minha vida ultimamente, não vai precisar de muito pra conseguir este feito.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Sobre fingimento

Sabe o que é?
Estou cansada de sorrir, quando o que preciso é chorar.
Cansada de abraçar, quando o que quero é bater.
Cansada de falar manso, quando na verdade quero gritar.
Cansada de afagar, quando sou eu que preciso de carinho.

Só por hoje eu não vou fingir ser forte. Amanhã, depois de acordar nesta noite horrível, visto a fantasia outra vez.
Mas hoje.... hoje eu não quero fingir.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Preciosidade


Nasceu ontem minha sobrinha de katchup*, filha de Marieta. Uma boneca.
Bem vinda, Maria Clara. Espero que este mundo seja digno de você.

* parente de katchup é aquele que não é "de sangue". Mas como katchup é igualmente vermelho e é mais chique de falar do que "molho de tomate", então....

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Patria Amada, Brasil


Diante de tudo o que vem acontecendo no nosso país, tô sem inspiração nenhuma pra celebrar.

ce.le.brar vtd (lat celebrare) 1 Realizar com solenidade. 2 Festejar. 3 Publicar com louvor; exaltar.

De toda forma, este é o país que eu amo, onde eu cresci, onde aprendi tudo o que sei sobre o mundo e a vida.
Esta é a terra que eu sempre vou amar.
Esta é a terra pela qual peço a proteção divina.
Esta é a terra que será, pra sempre, minha pátria e, por isso, merece meu respeito, minha consideração, meu patriotismo.
Mesmo quando ela não me dá nada disso em troca.

No entanto, temos motivos para comemorar.

co.me.mo.rar vtd (lat commemorare) 1 Trazer à memória, fazer recordar: Comemoramos hoje um glorioso nome. 2 Solenizar a recordação de

Comemorar que fomos a segunda maior potencia mundial na época da 2ª Guerra.
Comemorar a liberdade de culto que existe aqui.
Comemorar que alguns dos maiores esportistas dos ultimos tempos são brasileiros.
Comemorar nosso Maestro Soberano.
Comemorar que o Poetinha é brasileiro.
Comemorar a criatividade de nossos propagandistas.
Comemorar nossa floresta tropical.
Comemorar nossa diversidade cultural.
Comemorar nossa "brasilidade"

É isto... Está dado o meu recado

Texto reaproveitado do antigo blog
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Pelo meu país

 

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