sábado, 31 de maio de 2008

Planejar ou não?

Poucas coisas na minha vida são planejadas. Desde coisas simples, como o que vou fazer no final de semana, até aquelas decisões mais importantes, do tipo que faculdade vou fazer.
A faculdade, a bem dizer, foi decidida assim, do nada. Eu não tenho o menor tino com ciências desumanas (o que a maioria dos mortais chama de "exatas"), nem com nada da área biológica (tenho nojinhos infinitos de sangue, excrementos e afins). Me restaram as ciências humanas e artes. Não posso dizer que não tenho talento para a arte de interpretar (heheheheh), mas também não é o suficiente para ganhar dinheiro com isso. Música? Só pra ouvir (ou me relacionar.. hihihi). Aes plásticas? Nem pensar.. Talento zero com essas coisas. E então, eliminando o que eu não suporto, restaram História, Letras, Psicologia e Pedagogia. Fiquei com a primeira opção (que não está concluída por causa da mono) e estou pensando nas duas últimas atualmente. E foi assim que decidi minha carreira. Acredite se quiser: descobri que AMO História. Muito mesmo. Pra valer.
Mas é isso... minha vida é decidida no impulso.
Eu acordo, olho pra fora da janela e penso: hoje eu vou cortar o cabelo e pintar de vermelho. E foi assim que me tornei ruiva, há 9 anos atrás.
Vem um feriado e de repente eu faço as malas e parto pra Região dos Lagos. E assim eu conheço o que viria a ser um namorado doido.
Eu me aborreço, pego a carteira e saio sem rumo. E assim eu descubro lugares que passo a amar por toda a minha vida.
E quando as pessoas querem programar com dias, semanas, meses de antecedência qualquer coisa que seja.... Me dá um pânico sem fim. Por que? Porque coisas planejadas dão errado.
Tipo ontem.... eu iria comemorar meu aniversário com os amigos numa casa de samba, na Lapa. E o que aconteceu? Choveu e eu fiquei doente. Moral da história: comemoração cancelada e uma Ruiva de bico e com febre em casa, sozinha.
E para hoje? Mais coisinhas programadas com antecedência. E o que acontece????????? Está dando errado. E eu estou irritada.
Mas quer saber? Que se dane.
Vou terminar de pintar minhas unhas de vermelho-bombeiro, colocar um jeans legal, me munir de casaco e aspirina C, e partir por ae.

E viva o Zeca Pagodinho...
"Deixa a vida me levar.... Vida, leva eu......."

sexta-feira, 30 de maio de 2008

A festa

Apesar do bolo ter derretido (ficou tão fofo que quebrou.. aff) e de não acertar o ponto do brigadeiro (eu ontem estava com a mão ruim pra fogão), a festa foi fofa. As mães gostaram, as crianças também. E isso é o que importa.







Viníciu infinito e seus olhos castanhos
Caio desenhando com a mãe
Vinny e sua obra prima
A princesa do meu coração (a mãe)
J.Kauã e a mãe

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Se eu pudesse, eu matava mil!!!

Eu tenho pavor de semana de festa no trabalho.
Eu detesto a véspera da festa.
Eu odeio o dia da festa. Muito. Com todas as minhas forças. Do fundo da minha alma!!!! Em dia de festa, se pudesse, eu matava mil!!!!!!!!!!!
Confesso que dá maior raiva fazer as coisas praquelas mães, que são todas umas vacas - e nem são vaquinhas legais como as do Curral. Tá... Nem todas são vaquinhas. Algumas são legais e cuidam dos filhos, dão carinho, acompanham a vida escolar da onça.. Mas a maioria acha que a escola é depósito de criança, que a professora que tem que educar, que educação infantil é pra comer, dormir e brincar. E só. ÓDIO!! Dá mesmo muita raiva eu ser obrigada a fazer festa pra esse tipo de mãe.
Sim, porque pras minhas onças eu faço tudo. Amo infinito, como diz o Vi. E por elas eu danço tango no teto, limpo os trilhos do metrô, agüento Didi, faço docinho, queimo a mão com cola quente, trabalho com cólica, sou assaltada..... Qualquer negócio. Mas pelas mães?? NÃO! Raiva, raiva, raiva.
E pra completar, em semana de festa na escola todo mundo surta, o trabalho para, eu fico com mais dor de estômago, trago trabalho pra casa, fico noites sem dormir, chego cedo no trabalho a semana toda, meu armário fica uma bagunça, não dá tempo de sair pra ver ninguém (leia-se amigos que adoro ou o C.T.) , as coisas somem, a Didi implica mais que o normal.. É sinistro.

O lado bom disso tudo são as fotos e a alegria das crianças, que adoram cada uma dessas coisas bizarras que eu tanto odeio. Ai ai.... o que eu não faço por eles....
E logo isso passa. Pra ser mais exata, amanhã, após 12h. Então eu voltarei a ser uma pessoa fofa e feliz.
Mas por enquanto, sou uma professora suja de brigadeiro e muito, muito irritada.

Agora deixa eu voltar pra cozinha pra terminar de fazer esses doces.

Melodia

Ela conseguiu dizer exatamente o que eu penso, muitas vezes..
Cópia devidamente autorizada pela autora

____________________________________________________

A música que sempre ouço

é assim diferente, feita

não só de colcheias, breves e semi-breves

escalas maiores ou menores.

Passos, vozes, olhares,

fatos, cores, perfumes

são sua melodia

que se alternam dia-a-dia

em compassos surpreendentes.

Que ora me fazem sorrir,

ora me tiram do chão

e fazem meus pés dançar

ou me deixam

pensando, pensando, pensando, pensando, pensando...

O que sempre ocorre

nos dias da monotonia

de uma nota só.

Mas às vezes eis que surgem

velhos acordes

em novos arranjos.

E o coração

incompreensivelmente,

inevitavelmente,

irresponsavelmente,

viaja para antigas terras,

embalado pelos ventos

de novas esperanças.

Mas não sei o que esta música

me reserva na outra esquina.

Não a componho sozinha.

Para descobrir,

só deixando ela tocar

e fluir naturalmente,

esperando a cada compasso

tantas necessárias elucidações.

Afinal a música

é feita de tempo,

e assim eu espero,

enquanto aprendo os passos da dança...


Gabriela Machado Machado

quarta-feira, 28 de maio de 2008

R.P.

Toda quarta-feira, após as 15h, eu tenho infinitas dores de estômago.
Toda quarta-feira, após as 15h, tem R.P. no trabalho.


Que coincidência...

Nota mental: agendar programas legais para as noites de quarta

terça-feira, 27 de maio de 2008

Irmã Metralha



Piadinha interna:

O caminho diretamente inverso ao da Ilha é o da Bandidagem.
Eu já limpei e carreguei a arma, peguei a máscara, defini o alvo, arquitetei o plano e chamei os capangas. Só falta executar o crime.

Heheheheheh

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Trash

Tem horas em que ela se sente um lixo. Nada dá certo na vida. N.A.D.A. Nem mesmo aquele arroz que ela está mais que acostumada a fazer. Ele queima. Ou fica muito salgado. A roupa que ela foi passar? O ferro estava quente demais e fez um buraco na sua blusa preferida. O bolo que encomendou pro aniversário? Ficou solado e a cobertura derreteu.
Tudo, absolutamente tudo, dá errado.
E ela, que já é um poço de insegurança, se sente a escória da humanidade. Mas as pessoas não percebem isso. Não mesmo. Porque ela usa uma máscara. E todos a sua volta acham que, na verdade, ela é competente ao extremo, auto-suficiente e, por isso, soberba . E só ela sabe que não é nada disso. Só ela sabe quantas noites teve sem dormir, simplesmente porque o cérebro não desliga e fica lá, focado na sua incompetência.
Ela tenta pensar em alguma coisa que saiba fazer bem. E não consegue pensar em nada! Assustador!!!!
Café? Ela não sabe fazer.
Costurar? Também não.
Dirigir? Falar inglês? Pintar um quadro? Tocar? Não. Nada disso.
Tudo o que ela sabe fazer é fingir. E chorar, é claro.
E ela chora. Chora porque a monografia não deu certo. Morar sozinha não deu certo. O trabalho não está dando certo. O romance dá sinais de desmoronamento. E tudo o que ela consegue fazer neste momento é chorar.
E se sentir um lixo.

terça-feira, 20 de maio de 2008

B-day


Parabéns pra mim!!

domingo, 18 de maio de 2008

Iconográfico #2 - A missão



Eu ando tãaaaao exibida.. (depois do B-day isso passa)

E assim sou eu. Várias. E uma só.
Camaleoa, Borboleta, Barbarela, Abelha, Cleopatra, Branca de neve, Oncinha, Fadinha.... Todas são a mesma: Dzinha.
Porque eu mudo sim. E não tenho medo de mudar. Seja de opinião, de roupa, de emprego, de cor de cabelo, de namorado, de cidade, de amigos....
É que eu gosto demais daquela canção do Raul. E eu sou uma metamorfose ambulante.
Ainda bem!

Essas montagens são antigas - do tempo de fotolog. As várias caras da Dzinha.

Sim, sim. Acertou que acha que essas fotos são para encobrir minha crise criativa. É exatamente isso. Espero voltar ao normal o quanto antes, ou isso aqui vai virar um álbum! Aff

Em Preto e Branco


Assim é a vida sem o amor: bonita, mas em preto e branco.
E é exatamente assim que estou me sentindo hoje: bonita, mas em preto e branco.

Não.. não estou triste. Bem ao contrário. Estou feliz hoje.
Mas senti falta do amor. De amar.

Não me refiro ao frenesi da paixão - aquela coisa louca, que tira a razão da jogada e me deixa burra. Disso eu não sinto falta. Nem um pouquinho.

Eu falo daquele amor que confere cores à vida. Aquele amor que me faz sorrir só por lembrar da imagem da pessoa amada. Aquele amor que me faz dormir em paz. Aquele amor sereno, que me dá vontade de comer algodão doce com ele, e ir ao mercado comprar pão-de-mel pra comermos depois do filme. Aquele amor que me ensinou a gostar de futebol e a andar de mãos dadas na rua. Sinto falta daquele amor que percebe as pequenas nuances do sorriso, do olhar, da voz. E que suporta a TPM dela, ou a perda do emprego dele. Aquele amor que não aprisiona, mas que deixa que eu seja como sou, e que ama apesar disso.

Algum dia... Algum dia vou encontrar o amor de novo. E enquanto isso, eu fico com a lembrança de como é bom amar alguém.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Frase do dia


"A hora mais escura da noite é justamente aquela que nos permite ver melhor as estrelas". (Charles A. Beard)

terça-feira, 13 de maio de 2008

Iconográfico

Quando eu era nené, neném, neném,
eu era assim... eu era assim...


Quando eu era menina, menina, menina,
eu era assim... eu era assim...


Quando eu era mocinha, mocinha, mocinha,
eu era assim... eu era assim...


Quando eu era mulher*, mulher*, mulher*,
eu era assim... eu era assim...


Quando eu era madrinha**, madrinha**, madrinha**,
eu era assim... eu era assim...


*original da letra é casada
** original da letra é mamãe


E atualmente eu estou assim



Então.... B-day chegando... e eu fico cheia de idéias na cabeça. São tantas coisas, que as idéias pro blog não saem do papel.
Essa é uma música da Bia Bedran, que canto sempre com as crionças. E resolvi fazer uma historinha da minha vidinha com as fotos.
É isso..... Dentro de uma semana eu fico mais velhinha......

Pérolas dos Alunos #9

Coisas chatas acontecem na minha vidinha de adulta. E o que eu faço quando não vejo solução? Sim sim, choro muito. E hoje, depois do telefonema, eu chorei feito criança.
Meu "neném" (ele se refere a si mesmo dessa forma), que estava deitado - mas não tinha dormido - me viu entrar na sala soluçando. E segue o diálogo:

- Tia, voxê tá choianu?
- Tô, amor. Mas vai passar.
- Chóia não. Deita aqui, tia.

E então, Neném pega minha mão, a coloca entre suas duas mãozinhas quentinhas e dá um beijo nela, como quem diz "calma que eu estou com você.. isso vai passar".

- Dómi, tia. Dómi com neném.

sábado, 10 de maio de 2008

Orgulho de irmã #2

Minha irmã de Ketchup (que se formou em janeiro) passou no concurso aqui pra cidade e vai vir morar aqui também!

UHU!! Amoooooorrrrrrr, parabéns por mais essa conquista! Esse lugar vai ser pequeno pra nós.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Frases do dia

"Deus me fez pequena para eu te olhar de cabeça erguida. E você me olhar de cabeça baixa"

"Todos esses que aí estão atravancando o meu caminho. Eles passarão... eu passarinho"

Sim sim, estou chateada com alguns seres vivos (me recuso a chamar de pessoas) de mente (?) pequena. Tá, eu sei que isso não deveria me abalar, mas abalou. Dá licença que é aquela semaninha infame que eu enfrento todos os meses..

Contagem regressiva

11 dias....

terça-feira, 6 de maio de 2008

Dona Maria é a mãe!!! (e a minha é mesmo)

Eu e Dona Mãe nunca nos demos muito bem. Pra falar a verdade, isso vem desde o tempo da gravidez (Freud explica). Meu pai tem sangue conflitante com o dela, e eu tenho o sangue dele. Gravidez complicada que só. Na hora do parto, doze horas na mesa de operação. Soube esses dias desse detalhe. Depois que nasci, Dona Mãe não queria nem me olhar. Justificável. Ela quase morreu por minha causa. Mas depois dessa experiência traumática, ela engravidou de novo. E o bebê morreu. E a gravidez seguinte foi tão (ou mais) complicada que a minha - sempre por causa do meu sangue que ficou nela. Pra completar, meu irmão nasceu prematuro por minha causa. Já explico: eu tinha o hábito de dormir com um elefante de plástico, mas desde pequena que sou inquieta e numa noite de fevereiro derrubei o tal elefante. Dona Mãe achou que EU tinha caído da cama e, com o susto, entrou em trabalho de parto. Quase que esse irmão morreu também, mas Deus é bom e ele nasceu (e se tornou minha versão masculina).
Bem, não sei até que ponto isso é positivo, mas herdei o gênio arisco de Dona Mãe. E sabem o que dizem por ae.. "dois bicudos não se beijam". Então era assim.. Ela não quer? Eu vou lá e faço. Eu quero? Ela proíbe. Quase como Tom & Jerry. Pra fazer ainda mais contraste, o irmão mais velho é o Peter Perfeito (aquele da Hanna Barbera).. exemplo de filho que sempre tira nota alta, e faz música, e obedece e não questiona nada. Em outras palavras, um chato (que eu amo, diga-se de passagem). Pra piorar: sou dislexa - mas meus pais nunca souberam disso (eu mesma só soube despois de adulta). Isso dificultava um pouco as coisas pro meu lado. Inquieta, esquecida, desligada, relaxada, impaciente, respondona. Todos esses adjetivos fizeram parte da minha infância. E as brigas de Dona Mãe, os castigos, as broncas.... Eu era sempre a culpada. Quebrou? Foi a D. Sumiu? Foi a D. Ninguém fez? A D. devia ter feito. Na adolescência, uma das minhas mais fortes características de hoje já se fazia notar: extremamente questionadora do sistema, quase uma revolucionária-seguidora-de-Che-Guevara. E o contraste com Peter Perfeito era ainda maior. Resultado: brigas, brigas e mais brigas.
Dona Mãe é do interior do Nordeste, filha de um cabra da peste e uma muié arretada, e irmã de onze cabras do c* riscado. A forma que ela foi educada deu certo com eles. E ela achava que daria certo comigo. Sei que ela fez o melhor que podia, que sabia, que tinha aprendido. Sei mesmo! Aliás, foi essa consciência desde muito nova que me impediu de seguir pelo caminho da rebeldia infundada. Apesar disso, sempre defendi meu espaço, meu ponto de vista, meu querer. E por tudo isso que relatei acima, aprendi a fazer isso baseada em alguma argumentação lógica. Era assim que funcionava com Pap. Mas com Dona Mãe não tinha jogo. Era o que ela queria e ponto. Por conta disso, nunca fomos amigas. E isso me doía. Minhas amiguinhas, minhas primas... todas tinham a mãe como confidentes. Eu não. E quantas vezes chorei por causa disso. Achei que nunca, nem mesmo quando eu fosse velhinha, iria conseguir conversar numa boa com Dona Mãe.
Bom, o tempo passou. E apesar disso tudo, acho que sempre fui uma boa filha. Dona Mãe sempre lamentou não ter feito faculdade.. Casou logo, teve filho no ano seguinte. E mais outro. E mais outro e mais outro. E com tantos filhos fica difícil estudar e cuidar de marido, e cuidar de si... Mas os filhos crescem, né? E numa das nossas discussões ela ameaçou que ia largar todo mundo e viver a vida dela e fazer a faculdade que tanto sonhava. O que ela não esperava era a minha reação. Dei TODO apoio. No dia seguinte fiz a inscrição dela nos vestibulares públicos e particulares. Acho até que paguei uma das inscrições. E lá foi ela, a senhorinha de 56 anos, posando de caloura. Toda boba, toda feliz, toda insegura. Filha, eu não estudo desde os 27 anos!!! Ah, mãe, que isso.... eu te ajudo no que a senhora precisar. E tem sido assim há quatro anos. De verdade! Largo tudo aqui e parto pra Mamy's house pra fazer trabalho com ela (ou pra ela), compro livro, pego emprestado o material das amigas, digito trabalho, reviso texto, arrumo a casa dela pra ela ter tempo de estudar...... E faço isso amarradona, feliz da vida por estar ajudando quem tanto me ajudou.
Há dois anos precisei mudar de cidade por causa do trabalho. Me meti a besta de morar sozinha. E a partir disso nossa relação começou a mudar. Acho que ela passou a me ver como adulta. Fui a primeira a sair de casa.. Logo eu, a filhinha do papai.. E depois disso a relação tomou um rumo diferente... Esse final de semana estive em Mamy's house por conta do feriado. E pela primeira vez consegui contar coisas da minha vida pessoal pra ela. Pela primeira vez conversamos como amigas. E ela me ouviu sem me recriminar. E me deu conselhos, e riu comigo!! Falamos até umas sacanagens (ELA falou. Eu me limitei a rir e ficar vermelha). E no dia seguinte me ligou pra saber mais informações sobre o que eu tinha falado. E agora me apoia, e quer me ajudar... A faculdade fez bem pra ela. E sair de casa fez bem pra mim. Aprendemos a nos olhar com respeito; a olhar as tantas caracterísitcas comuns e conviver; a perceber as diferenças e respeitar; aprendemos a admirar uma a outra.
Quando eu era adolescente, queria ter outra mãe. Mas agora que sou adulta, mudei de idéia. Quero continuar com a Dona Mãe. Se hoje sou o que sou, é muito por conta dela. Por tudo o que ela fez, de certo ou de errado. Sei que tudo foi feito com a intenção de me tornar uma pessoa boa, de me preservar. E admiro isso nela. Hoje em dia, quando conversamos, ela diz - com grande pesar - que só agora tem consciência que errou muito (ela faz Psicologia). De verdade? Tem problema não. Eu sou fruto desses muitos erros e, na boa, acho que ela acertou em tudo. Tudo o que eu queria naquela época era que a gente se entendesse como nos entendemos hoje. Precisou o tempo passar pra gente conseguir esse entendimento.
Dona Mãe, valeu!! E só pra não perder o costume..... Psicólogo acha que é Deus. Mas, mãe, Historiador tem certeza que é!!!!!!
Te amo, semi deusa.



Dona Mãe, uma senhorinha com seus inconfudíveis cabelos brancos e sorriso característico

domingo, 4 de maio de 2008

Piadinha

Noticia Urgente
Depois dos terremotos ocorridos na Ásia, o Governo Brasileiro resolveu instalar um sistema de medição e controle de abalos sísmicos. O então recém-criado Centro Sísmico Nacional, poucos dias após entrar em funcionamento, já detectou que haveria um grande terremoto no Nordeste do país. Assim, enviou um telegrama à delegacia de polícia de Icó, uma cidadezinha no interior do Estado do Ceará.
Dizia a mensagem:

"Urgente - Possível movimento sísmico na zona. Muito perigoso. Richter 7. Epicentro a 3km da cidade . Tomem medidas e informem resultados com urgência."

Levou uma semana para o Centro Sísmico receber um telegrama que dizia :

"Aqui é da Polícia de Icó. Movimento sísmico totalmente desarticulado. Richter tentou se evadir, mas foi abatido a tiros. Desativamos as zonas. Todas as putas estão presas. Epicentro, Epifânio, Epicleison e os outros cinco irmãos estão detidos.
Não respondemos antes porque houve um terremoto do cacete aqui."
Atenciosamente,
VANDERCLEISON

Mulher de Fases

E essa sou eu.... E a Lua está mudando....

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Que mulher ruim
Jogou minhas "coisa" fora
Disse que em sua cama eu não deito mais não
A casa é minha, você que vá embora
Já pra saia de sua mãe e deixa meu colchão

Ela é "pró" na arte de pentelhar e aziar
É campeã do mundo
A raiva era tanta que eu nem reparei que a lua diminuia
A doida tá me beijando há horas
Disse que se for sem eu não quer viver mais não
Me diz, Deus, o que é que eu faço agora?
Se me olhando desse jeito ela me tem na mão
"Meu filho, aguenta.
Quem mandou você gostar
Dessa mulher de fases?"

Complicada e perfeitinha,
Você me apareceu.
Era tudo que eu queria,
Estrela da sorte.
Quando à noite ela surgia,
Meu bem, você cresceu...
Meu namoro é na folhinha,
Mulher de fases.

Põe fermento, põe as "bomba"
Qualquer coisa que aumente e a deixe bem maior que o Sol
Pouca gente sabe que, na noite, o frio é quente e arde e eu acendi
Até sem luz dá pra te enxergar o lençol
fazendo "congo-blue"
É pena, eu sei, amanhã já vai miar... Se aguente,
Que lá vem chumbo quente!

Deu Omo

Estou num daqueles períodos em que o cérebro trabalha tanto, mas tanto, que a criatividade some. São tantas coisas que quero dizer... Tantos pensamentos nessa cabecinha ruiva...
Pra mim é absolutamente normal essa crise. Sempre - e é sempre mesmo - que meu aniversário se aproxima, eu passo por isso. É mal humor, é crise criativa, é surto.... tudo ao mesmo tempo. Se a TPM se aproximar, então... sai de perto!

Acho que amanhã vou sair pra tomar um café e pensar na vida. Quem sabe consigo organizar as idéias e escrever de novo??
 

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